OPINIÃO: O fim do sistema
Por,
Augusto Deveza Ramos
Sociólogo
Trump imparável, UE desesperada, Irão arruinado, socialismo falido, NATO em círculos, pensões em duvida, nacionalismo ascendente, soberanias felizes. É o fim do sistema de bancos centrais, processo que acelera em 2027.
1. O plano globalista
A UE não é conhecida por lealdade a seus aliados, neste caso aos Estados Unidos. E há razões para isso: a UE foi uma das fornecedoras de urânio ao Irão para fabrico de uma bomba nuclear que manteria o planeta em suspense eterno pelo Armaguedão. O plano era simples: o Irão seria a ameaça de estimação mundial, haveria (que houve) uma bomba nuclear secreta no norte da Síria para em caso de rebeldia, os EUA serem atingidos nuclearmente. Trump é rebelde e não houve nenhum ataque. Essencialmente os EUA desmantelaram o plano à UE e seus acólitos (Obama, Bush Clintons, China e facções da Arábia Saudita) durante a guerra na Síria.
Nesse delírio, o médio oriente seria um pote de convulsão permanente numa telenovela onde os preços do petróleo mater-se-iam manipuláveis, para favorecer o Irão, mas principalmente a banca de Paris e Londres onde os 'mulas' não eleitos mantém contas bancarias babelianas.
Não foi por acaso que os paises europeus da NATO (com excepção sabia de Portugal) recusaram apoio aos EUA quando estes quiseram acabar com o terrorismo iraniano em Ormuz, isto porque a UE e NATO se financiavam com o esquema Ormuz.
2. O efeito Trump
Quando Trump atacou a Venezuela e captou o senil Maduro estava a acelerar a implosão da China. O pais do tráfego de crianças, experiências genéticas e sem segurança social, atavicamente comunista, competia artificialmente com o ocidente porque usava petróleo barato da Venezuela. Alem de trabalho infantil, escravatura, perseguição religiosa e política (facto de que a ONU nunca se indignou), a China comunista decadente é um mero feudo pertencente a 12 famílias que dominam todos os sectores da sociedade.
A "guerra" no Irão foi o corte da cabeça ao dragão, o fim do petróleo barato para a China. A senilidade islâmica em Teerão, (regime instalado pela CIA sobre Rezah Palevi) serviu para o “deep-state” gerar uma espécie de “ameaça de estimação” mundial e, com isso, fazer fortunas diárias no negocio da manipulação de preços da energia fóssil, sob hipnotismo emocional da população alimentada pela adesiva media.
Tal como na China, as elites do regime iraniano roubaram o povo durante decadas. Criaram e financiaram o terrorismo do Hammas, Al-Qaeda, Al-Nusra, Isis e até Antifa. Contas bancarias faraónicas nos bancos de Londres e Paris (foi por isso que a França, Inglaterra, UE e NATO, nunca estiveram com Trump), mantinham o estreito de Ormuz calculadamente lucrativo para a “City of London”, europa dos burocratas e media beneficiária. Milhares de propriedades por todo o mundo pertencentes à elite iraniana foram confiscadas nos paises de origem por acção diplomática do intrépido Mark Rubio. Tal como contas bancarias de elites comunistas chinesas desviadas para os bancos de Nova Iorque, foram congeladas e seus beneficiários decapitados por ordem do presidente Xi.
Tudo isto sob influencia diplomática do presidente Trump.
3. Entra Kissinger
Quando em 1973 Nixon declarou o fim do padrão ouro para transações internacionais, estava-se a implementar o regime do Petrodolar, mas principalmente a reforçar o poder dos bancos centrais - no caso dos EUA a Reserva Federal.. O programa sinistro, implementado por Henry Kissinger, levou a disrupção do médio oriente gerando múltiplos danos colaterais (como o fim das Segunda Republica de Portugal). A proposta de Kissinger era adquirir toda a produção de petróleo dos paises do médio oriente mas se pagos em dólares. Todos os paises aceitaram, menos dois: Iraque e Irão; e como a CIA não perdoa, substituiu o regime Palevi pela tirania islâmica e fez guerra a Sadam Hussein. Estas eram as consequências da rebeldia à autocracia subterrânea dos EUA, que Trump agora inverteu, o Iraque voltou a ser está prospero, tal como a Venezuela e em breve Irão e Cuba.
4.Irão desmantelado
Não foi preciso muito tempo para desmantelar a infraestrutura militar e económica do Irão, agora com uma inflacção recorde, propriedades internacionais e contas bancarias confiscadas, companhias de aviação sem aeroportos onde aterrar, o Irão não espera senão mostrar a bandeira branca da capitulação. No entanto, o Irão conta ainda com os militantes do regime e a media ocidental senil.
Em poucos meses, o fluxo de petróleo que passa por Ormuz triplicou , só os EUA confiscaram todo o petróleo do Irão à razão de 600 mil barris por dia.
O «aperto de Omuz» foi uma operação artificial para as seguradoras de Londres cobrarem fortunas diárias em apólices para assegurar o transporte de petróleo às empresas petrolíferas. Tanto o Irão, como o “deep-state” americano, seitas terroristas, empresas petrolíferas (BP e Shell), seguradoras da City, UE, NATO e media acólita, garantiram por decadas a cortina de inflacção económica no Irão, que povos de todo o mundo iriam pagar nas bombas de gasolina.
Mas nem sequer terminou, a estrategia da administração Trump/Rubio é desmantelar toda a família Khomeny e teia de ligações mundiais, incluindo políticas, diplomáticas e propriedades bilionárias da rede em todo o planeta. Para isso montaram uma operação de asfixia financeira ao governo de Teerão onde até a UE aceitou colaborar. A Russia e a China mantém-se neutras por bloqueio constitucional. Não curiosamente, o único aliado que o regime de Teerão mantém é a inenarrável "media" ocidental.
5. O nacionalismo americano
Em dois anos, Trump restaurou os Estados Unidos. Expulsou criminosos armados em emigrantes, restaurou as fronteiras e captou 60 triliões em investimento estrangeiro. Terminou com a USAID que financiava o socialismo e terrorismo mundial, impôs tarifas à burocracia inútil da Europa, adquiriu a Gronelândia quebrando o feudo que os ligava à NATO. Acabou com sete guerras. Perseguiu as propriedades de Zelensky (só em Espanha são 18) e o financiamento à Ucrânia (que vinha da UE através de bancos do Japão). Reatou laços com a China e Russia (Melania dirige, com a esposa de Putin, a mais vasta operação mundial de recuperação de crianças desaparecidas). Acabou com o socialismo da Venezuela, em breve será Cuba e o Brasil, e nenhum partido de esquerda consegue vencer eleições na América do Sul porque não há mais apoios da desmantelada USAID. A media terrorista e inflamatória está hoje divorciada e senil. Georges Soros que financiava o Partido Democrata recuou drasticamente nos apoios financeiros ao partido dos esclavagistas. Trump acabou ainda com os apoios a museus e universidades europeias que fomentavam a extrema-esquerda regional. Pós o pé à Reserva Federal, apoiou enormemente agricultura e pescas, baixou o preço do gás e removeu a criminalidade que a esquerda estimava como "irresolúvel". Removeu diplomatas “milionários” e juízes de esquerda negociantes. Para isso contou com a eficácia de Kash Patel do FBI e da CIA reestruturada a favor da Constituição dos americanos.
Por fim deu uma lição ao comunismo da ONU onde “não haverá governo mundial” nem impostos sobre gases fantasmas. Trump deixou de financiar inimigos do povo, como a UE, ONU e China.
6. UE e a China
Desde a II Guerra Mundial a Europa beneficiou do apoio directo e indirecto dos EUA. O esquema aumentou com a UE e NATO. Países Europeus construiram uma infraestrutura artificial à custa dos EUA: segurança social, piscinas, medicamentos e sistemas militares e de saúde acessíveis só foram possíveis porque a Europa não contribuía para a NATO e outros compromissos internacionais. Quando Trump cortou os apoios a universidades, museus, "esquemas" científicos, impôs tarifas a produtos europeus e, principalmente, exigiu que a Europa pagasse a NATO começou o pânico europeu. Os medicamentos “baratos” que a Europa se arroga só são possíveis porque quem os paga são os contribuintes americanos, assim que, por exemplo, Portugal pague o devido à NATO, lá vai o “baratucho farmacológico”.
Esse regime artificial é o socialismo, um esquema intencional que gera mais distância e isolamento (que o digam os idosos portugueses) elites e enormes fossos sociais. Destrói a pequena economia familiar e local a favor dos grandes grupos económicos subsidiados pelo estado (que o digam os comerciantes e agricultores portugueses). Um esquema que não está terminado, tanto que a dona não-eleita da UE, Ursula Leeyen, senil e em pânico, se propõe confiscar as contas bancarias dos individuo e empresas europeias para restaurar o faraó ultra-despesista de Bruxelas.
7. Faraó em queda
Até Macron, afogado em dividas, se revoltou contra o faraó instalado na UE. Um enorme esquema de benesses e mordomias, lobies e subsídios, gerou na UE a maior divida do mundo. Por isso a UE está tão interessada numa guerra coma Russia que desmantele a UE em vez da sua auto-implosão que mostrará o mobiliário babilónico de Bruxelas.
Nem sequer terminou: em meados de 2026, o faraó de Bruxelas propôs um orçamento de triliões que até as leais Alemanha e Holanda recusaram. Não apenas porque a Alemanha está em bancarrota (tal como a França), mas por mesmo assim ser impensável. Não resta senão ao faraó europeu roubar as poupanças e investimentos das empresas europeias e contribuintes do continente para financiar pequenos almoços dos burocratas, em salmão argentino fumado e sumo de laranja japonês no banco de trás de um Mercedes topo de gama, saído novinho da fabrica da Baviera na semana passada. Esta é a UE. Falida e em queda acelerada. Só no mês de Setembro o euro perdeu 2,5% do seu valor e a inflacção aumentou 2%. Não por acaso não restou ao BCE senão subir as taxas de juro, que fará diminuir o investimento e aumentar a contestação social.
8. Europa encurralada
Durante decadas a UE financiou o terrorismo do Hammas e de Zelensky através do japonês Iene, e contas-espelho no Japão. Em Setembro de 2026 a administração Trump cortou-lhes o laivo vendendo todos os euros que os EUA tinham em tesouro substituindo-os por Ienes. Isto não apenas desvalorizou imediatamente o euro gerando queda nas praças europeias (favorecendo o Japão) , como impediu que no futuro a UE tente financiar a Ucrânia terrorista e seus acólito (isto é, a media).
Como extrema-unção, a Arábia Saudita suspendeu o fornecimento de petróleo para a Europa, bem como Qatar que tambem suspendeu o envio de gás natural. Segundo comentadores próximos da administração norte-americana, o presidente Trump terá aconselhado estes paises a suspender o envio de petróleo e gás para evitar que Macron, Leyen & Cª abasteçam aviões e tanques de guerra para qualquer tontinha escalada bélica com a Russia.
A UE está tão desesperada que precisa, não apenas de mais álcool, mas de guerra, no mínimo de uma 'false flag' que restaure o centralismo do faraó – o ataque a refinarias (Russia, Espanha e França) é uma das estratégias da NATO o braço armado do BCE, para fazer aumentar os preços do gás e atribuir as culpas a Trump antes das intercalares.
Para adensar o cenário, a rápida ascenção dos nacionalismos europeus tem gerado desespero aos diversos faraós. Um deles é Macron, com popularidade ao nível do carriço (conhece-se mas ninguém compra) o socialista francês tem desprezado a França a troco da causa migratória que lhe serviria de fauna eleitoral. Falhou. Tanto que Marine Le Pen lidera as tendências eleitorais por mais de 20 pontos.
Por fim e desespero, não resta senão a Macron e outros faraós europeus gerarem uma false flag que bloqueie não apenas as advindas eleições francesas mas tambem que restaure a babel de Bruxelas. Rumores tem mencionado uma operação terrorista, falso ciberataque (gerado pela NATO mas fatalmente atribuído à Russia) no Luxemburgo (onde reside grande parte de burocratas do faraó); segundo a CIA tambem se prepara operação semelhante em Espanha, França e Itália (onde há refinarias de gás natural) que seria atribuída à Russia em retaliação dos ataques da Ucrânia – sinceramente srª NATO, ninguém concebe drones vindos de Moscovo para Marselha ou Sevilha.
O objectivo seria gerar terror e emoção suficiente que faça os europeus (pelo menos os escravos do faraó, já habituados à mascarazinha) acatarem as leis draconianas e autoritárias planeadas para 2027, isto é, a instauração de uma ditadura política e implementação do euro digital – a Alemanha socialista já prepara o retorno do trono de Pérgamo de onde Hitler fez discursos (ver NOTA FINAL).
CONCLUSÃO
Em dois anos Trump reconfigurou o planeta a uma velocidade que o surf mediático mal acompanha. Basicamente o 47º Presidente dos EUA, está a implodir o sistema de bancos centrais e a restaurar as soberanias de todo o planeta. Para isso precisa de acabar com a NATO (só gera conflitos), com a UE (só gera impostos) e a ONU/OMS (só geram comunismo).
Em poucos anos vimos desaparecer a religião climática, as crises energéticas, a tirania eugenista e a decadência chinesa. Percebemos que afinal a UE não produz senão divida e subsídios para os amiguinhos, e que a infantaria que a apoia não recebe mais de 5% de popularidade, ie a media socialista.
Esse faraó que resiste, sem ir a eleições, na União Europeia e nos corredores da ONU está em debandada. Sem energia ou comercio que a alimente, a UE está pronta a cair como dióspiro maduro e os comunistas que se colavam nas paredes da ONU estão apagados.
O sistema de bancos centrais que se alimentava do terror em Ormuz, dos impostos da UE, da inutilidade da NATO, do euro ilusório e da burocracia comunista na ONU está terminado. Mas não sem resistência. Não custa nada à NATO preparar outro Bataclan, Covid ou Northern Stream.
Mas o que quer que façam é tarde, porque as soberanias estão no poder.
NOTA FINAL - Para quem conhece a Bíblia ou se dispõe em a consultar, no Apocalipse segundo São João, 2, 8-11, está descrito o local onde habita Satanás, no altar de Pérgamo. Este altar foi construido no século II a.c. na Turquia em Pérgamo, hoje Bergama, um altar dedicado a Satanás ou Zeus (foneticamente semelhante). Esse altar, um vasto complexo arquitetónico e arqueológico, foi usurpado aos turcos por uma expedição alemã liderada por Carl Humann, no sec. XIX. Esse altar, que hoje a Turquia reinvidica, serviu para Hitler vomitar os seus discursos em Nuremberga entre 1938 e 39. Hoje estacionado na Cidade dos Museus em Berlin está a ser urgentemente restaurado para ser exposto ao publico em meados de 2027. Está a Alemanha socialista a planear o retorno do anticristo? Parece que sim, porque não lhes resta mais nada.
deveza.ramos@gmail.com
Por,
Augusto Deveza Ramos
Sociólogo
Trump imparável, UE desesperada, Irão arruinado, socialismo falido, NATO em círculos, pensões em duvida, nacionalismo ascendente, soberanias felizes. É o fim do sistema de bancos centrais, processo que acelera em 2027.
1. O plano globalista
A UE não é conhecida por lealdade a seus aliados, neste caso aos Estados Unidos. E há razões para isso: a UE foi uma das fornecedoras de urânio ao Irão para fabrico de uma bomba nuclear que manteria o planeta em suspense eterno pelo Armaguedão. O plano era simples: o Irão seria a ameaça de estimação mundial, haveria (que houve) uma bomba nuclear secreta no norte da Síria para em caso de rebeldia, os EUA serem atingidos nuclearmente. Trump é rebelde e não houve nenhum ataque. Essencialmente os EUA desmantelaram o plano à UE e seus acólitos (Obama, Bush Clintons, China e facções da Arábia Saudita) durante a guerra na Síria.
Nesse delírio, o médio oriente seria um pote de convulsão permanente numa telenovela onde os preços do petróleo mater-se-iam manipuláveis, para favorecer o Irão, mas principalmente a banca de Paris e Londres onde os 'mulas' não eleitos mantém contas bancarias babelianas.
Não foi por acaso que os paises europeus da NATO (com excepção sabia de Portugal) recusaram apoio aos EUA quando estes quiseram acabar com o terrorismo iraniano em Ormuz, isto porque a UE e NATO se financiavam com o esquema Ormuz.
2. O efeito Trump
Quando Trump atacou a Venezuela e captou o senil Maduro estava a acelerar a implosão da China. O pais do tráfego de crianças, experiências genéticas e sem segurança social, atavicamente comunista, competia artificialmente com o ocidente porque usava petróleo barato da Venezuela. Alem de trabalho infantil, escravatura, perseguição religiosa e política (facto de que a ONU nunca se indignou), a China comunista decadente é um mero feudo pertencente a 12 famílias que dominam todos os sectores da sociedade.
A "guerra" no Irão foi o corte da cabeça ao dragão, o fim do petróleo barato para a China. A senilidade islâmica em Teerão, (regime instalado pela CIA sobre Rezah Palevi) serviu para o “deep-state” gerar uma espécie de “ameaça de estimação” mundial e, com isso, fazer fortunas diárias no negocio da manipulação de preços da energia fóssil, sob hipnotismo emocional da população alimentada pela adesiva media.
Tal como na China, as elites do regime iraniano roubaram o povo durante decadas. Criaram e financiaram o terrorismo do Hammas, Al-Qaeda, Al-Nusra, Isis e até Antifa. Contas bancarias faraónicas nos bancos de Londres e Paris (foi por isso que a França, Inglaterra, UE e NATO, nunca estiveram com Trump), mantinham o estreito de Ormuz calculadamente lucrativo para a “City of London”, europa dos burocratas e media beneficiária. Milhares de propriedades por todo o mundo pertencentes à elite iraniana foram confiscadas nos paises de origem por acção diplomática do intrépido Mark Rubio. Tal como contas bancarias de elites comunistas chinesas desviadas para os bancos de Nova Iorque, foram congeladas e seus beneficiários decapitados por ordem do presidente Xi.
Tudo isto sob influencia diplomática do presidente Trump.
3. Entra Kissinger
Quando em 1973 Nixon declarou o fim do padrão ouro para transações internacionais, estava-se a implementar o regime do Petrodolar, mas principalmente a reforçar o poder dos bancos centrais - no caso dos EUA a Reserva Federal.. O programa sinistro, implementado por Henry Kissinger, levou a disrupção do médio oriente gerando múltiplos danos colaterais (como o fim das Segunda Republica de Portugal). A proposta de Kissinger era adquirir toda a produção de petróleo dos paises do médio oriente mas se pagos em dólares. Todos os paises aceitaram, menos dois: Iraque e Irão; e como a CIA não perdoa, substituiu o regime Palevi pela tirania islâmica e fez guerra a Sadam Hussein. Estas eram as consequências da rebeldia à autocracia subterrânea dos EUA, que Trump agora inverteu, o Iraque voltou a ser está prospero, tal como a Venezuela e em breve Irão e Cuba.
4.Irão desmantelado
Não foi preciso muito tempo para desmantelar a infraestrutura militar e económica do Irão, agora com uma inflacção recorde, propriedades internacionais e contas bancarias confiscadas, companhias de aviação sem aeroportos onde aterrar, o Irão não espera senão mostrar a bandeira branca da capitulação. No entanto, o Irão conta ainda com os militantes do regime e a media ocidental senil.
Em poucos meses, o fluxo de petróleo que passa por Ormuz triplicou , só os EUA confiscaram todo o petróleo do Irão à razão de 600 mil barris por dia.
O «aperto de Omuz» foi uma operação artificial para as seguradoras de Londres cobrarem fortunas diárias em apólices para assegurar o transporte de petróleo às empresas petrolíferas. Tanto o Irão, como o “deep-state” americano, seitas terroristas, empresas petrolíferas (BP e Shell), seguradoras da City, UE, NATO e media acólita, garantiram por decadas a cortina de inflacção económica no Irão, que povos de todo o mundo iriam pagar nas bombas de gasolina.
Mas nem sequer terminou, a estrategia da administração Trump/Rubio é desmantelar toda a família Khomeny e teia de ligações mundiais, incluindo políticas, diplomáticas e propriedades bilionárias da rede em todo o planeta. Para isso montaram uma operação de asfixia financeira ao governo de Teerão onde até a UE aceitou colaborar. A Russia e a China mantém-se neutras por bloqueio constitucional. Não curiosamente, o único aliado que o regime de Teerão mantém é a inenarrável "media" ocidental.
5. O nacionalismo americano
Em dois anos, Trump restaurou os Estados Unidos. Expulsou criminosos armados em emigrantes, restaurou as fronteiras e captou 60 triliões em investimento estrangeiro. Terminou com a USAID que financiava o socialismo e terrorismo mundial, impôs tarifas à burocracia inútil da Europa, adquiriu a Gronelândia quebrando o feudo que os ligava à NATO. Acabou com sete guerras. Perseguiu as propriedades de Zelensky (só em Espanha são 18) e o financiamento à Ucrânia (que vinha da UE através de bancos do Japão). Reatou laços com a China e Russia (Melania dirige, com a esposa de Putin, a mais vasta operação mundial de recuperação de crianças desaparecidas). Acabou com o socialismo da Venezuela, em breve será Cuba e o Brasil, e nenhum partido de esquerda consegue vencer eleições na América do Sul porque não há mais apoios da desmantelada USAID. A media terrorista e inflamatória está hoje divorciada e senil. Georges Soros que financiava o Partido Democrata recuou drasticamente nos apoios financeiros ao partido dos esclavagistas. Trump acabou ainda com os apoios a museus e universidades europeias que fomentavam a extrema-esquerda regional. Pós o pé à Reserva Federal, apoiou enormemente agricultura e pescas, baixou o preço do gás e removeu a criminalidade que a esquerda estimava como "irresolúvel". Removeu diplomatas “milionários” e juízes de esquerda negociantes. Para isso contou com a eficácia de Kash Patel do FBI e da CIA reestruturada a favor da Constituição dos americanos.
Por fim deu uma lição ao comunismo da ONU onde “não haverá governo mundial” nem impostos sobre gases fantasmas. Trump deixou de financiar inimigos do povo, como a UE, ONU e China.
6. UE e a China
Desde a II Guerra Mundial a Europa beneficiou do apoio directo e indirecto dos EUA. O esquema aumentou com a UE e NATO. Países Europeus construiram uma infraestrutura artificial à custa dos EUA: segurança social, piscinas, medicamentos e sistemas militares e de saúde acessíveis só foram possíveis porque a Europa não contribuía para a NATO e outros compromissos internacionais. Quando Trump cortou os apoios a universidades, museus, "esquemas" científicos, impôs tarifas a produtos europeus e, principalmente, exigiu que a Europa pagasse a NATO começou o pânico europeu. Os medicamentos “baratos” que a Europa se arroga só são possíveis porque quem os paga são os contribuintes americanos, assim que, por exemplo, Portugal pague o devido à NATO, lá vai o “baratucho farmacológico”.
Esse regime artificial é o socialismo, um esquema intencional que gera mais distância e isolamento (que o digam os idosos portugueses) elites e enormes fossos sociais. Destrói a pequena economia familiar e local a favor dos grandes grupos económicos subsidiados pelo estado (que o digam os comerciantes e agricultores portugueses). Um esquema que não está terminado, tanto que a dona não-eleita da UE, Ursula Leeyen, senil e em pânico, se propõe confiscar as contas bancarias dos individuo e empresas europeias para restaurar o faraó ultra-despesista de Bruxelas.
7. Faraó em queda
Até Macron, afogado em dividas, se revoltou contra o faraó instalado na UE. Um enorme esquema de benesses e mordomias, lobies e subsídios, gerou na UE a maior divida do mundo. Por isso a UE está tão interessada numa guerra coma Russia que desmantele a UE em vez da sua auto-implosão que mostrará o mobiliário babilónico de Bruxelas.
Nem sequer terminou: em meados de 2026, o faraó de Bruxelas propôs um orçamento de triliões que até as leais Alemanha e Holanda recusaram. Não apenas porque a Alemanha está em bancarrota (tal como a França), mas por mesmo assim ser impensável. Não resta senão ao faraó europeu roubar as poupanças e investimentos das empresas europeias e contribuintes do continente para financiar pequenos almoços dos burocratas, em salmão argentino fumado e sumo de laranja japonês no banco de trás de um Mercedes topo de gama, saído novinho da fabrica da Baviera na semana passada. Esta é a UE. Falida e em queda acelerada. Só no mês de Setembro o euro perdeu 2,5% do seu valor e a inflacção aumentou 2%. Não por acaso não restou ao BCE senão subir as taxas de juro, que fará diminuir o investimento e aumentar a contestação social.
8. Europa encurralada
Durante decadas a UE financiou o terrorismo do Hammas e de Zelensky através do japonês Iene, e contas-espelho no Japão. Em Setembro de 2026 a administração Trump cortou-lhes o laivo vendendo todos os euros que os EUA tinham em tesouro substituindo-os por Ienes. Isto não apenas desvalorizou imediatamente o euro gerando queda nas praças europeias (favorecendo o Japão) , como impediu que no futuro a UE tente financiar a Ucrânia terrorista e seus acólito (isto é, a media).
Como extrema-unção, a Arábia Saudita suspendeu o fornecimento de petróleo para a Europa, bem como Qatar que tambem suspendeu o envio de gás natural. Segundo comentadores próximos da administração norte-americana, o presidente Trump terá aconselhado estes paises a suspender o envio de petróleo e gás para evitar que Macron, Leyen & Cª abasteçam aviões e tanques de guerra para qualquer tontinha escalada bélica com a Russia.
A UE está tão desesperada que precisa, não apenas de mais álcool, mas de guerra, no mínimo de uma 'false flag' que restaure o centralismo do faraó – o ataque a refinarias (Russia, Espanha e França) é uma das estratégias da NATO o braço armado do BCE, para fazer aumentar os preços do gás e atribuir as culpas a Trump antes das intercalares.
Para adensar o cenário, a rápida ascenção dos nacionalismos europeus tem gerado desespero aos diversos faraós. Um deles é Macron, com popularidade ao nível do carriço (conhece-se mas ninguém compra) o socialista francês tem desprezado a França a troco da causa migratória que lhe serviria de fauna eleitoral. Falhou. Tanto que Marine Le Pen lidera as tendências eleitorais por mais de 20 pontos.
Por fim e desespero, não resta senão a Macron e outros faraós europeus gerarem uma false flag que bloqueie não apenas as advindas eleições francesas mas tambem que restaure a babel de Bruxelas. Rumores tem mencionado uma operação terrorista, falso ciberataque (gerado pela NATO mas fatalmente atribuído à Russia) no Luxemburgo (onde reside grande parte de burocratas do faraó); segundo a CIA tambem se prepara operação semelhante em Espanha, França e Itália (onde há refinarias de gás natural) que seria atribuída à Russia em retaliação dos ataques da Ucrânia – sinceramente srª NATO, ninguém concebe drones vindos de Moscovo para Marselha ou Sevilha.
O objectivo seria gerar terror e emoção suficiente que faça os europeus (pelo menos os escravos do faraó, já habituados à mascarazinha) acatarem as leis draconianas e autoritárias planeadas para 2027, isto é, a instauração de uma ditadura política e implementação do euro digital – a Alemanha socialista já prepara o retorno do trono de Pérgamo de onde Hitler fez discursos (ver NOTA FINAL).
CONCLUSÃO
Em dois anos Trump reconfigurou o planeta a uma velocidade que o surf mediático mal acompanha. Basicamente o 47º Presidente dos EUA, está a implodir o sistema de bancos centrais e a restaurar as soberanias de todo o planeta. Para isso precisa de acabar com a NATO (só gera conflitos), com a UE (só gera impostos) e a ONU/OMS (só geram comunismo).
Em poucos anos vimos desaparecer a religião climática, as crises energéticas, a tirania eugenista e a decadência chinesa. Percebemos que afinal a UE não produz senão divida e subsídios para os amiguinhos, e que a infantaria que a apoia não recebe mais de 5% de popularidade, ie a media socialista.
Esse faraó que resiste, sem ir a eleições, na União Europeia e nos corredores da ONU está em debandada. Sem energia ou comercio que a alimente, a UE está pronta a cair como dióspiro maduro e os comunistas que se colavam nas paredes da ONU estão apagados.
O sistema de bancos centrais que se alimentava do terror em Ormuz, dos impostos da UE, da inutilidade da NATO, do euro ilusório e da burocracia comunista na ONU está terminado. Mas não sem resistência. Não custa nada à NATO preparar outro Bataclan, Covid ou Northern Stream.
Mas o que quer que façam é tarde, porque as soberanias estão no poder.
NOTA FINAL - Para quem conhece a Bíblia ou se dispõe em a consultar, no Apocalipse segundo São João, 2, 8-11, está descrito o local onde habita Satanás, no altar de Pérgamo. Este altar foi construido no século II a.c. na Turquia em Pérgamo, hoje Bergama, um altar dedicado a Satanás ou Zeus (foneticamente semelhante). Esse altar, um vasto complexo arquitetónico e arqueológico, foi usurpado aos turcos por uma expedição alemã liderada por Carl Humann, no sec. XIX. Esse altar, que hoje a Turquia reinvidica, serviu para Hitler vomitar os seus discursos em Nuremberga entre 1938 e 39. Hoje estacionado na Cidade dos Museus em Berlin está a ser urgentemente restaurado para ser exposto ao publico em meados de 2027. Está a Alemanha socialista a planear o retorno do anticristo? Parece que sim, porque não lhes resta mais nada.
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OPINIÃO: A Trumpestade
em fevereiro 24, 2025
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