OPINIÃO: Vacinas, o monstro protegido

OPINIÃO: Vacinas, o monstro protegido

Por,
Augusto Deveza Ramos
Sociólogo



Há excesso de mortes por todo o mundo, mais mortes do que esperado. Os súbitos sinos nas igrejas, anafados cangalheiros e cemitérios concorridos cruzam o silencio conveniente que protege os efeitos da vacinação. A população desconfia, a media oculta, governos desviam, a propaganda adapta, mas a denuncia cresce.


1. Vacinação e governos

Os cursos de medicina no ocidente não prestam muita atenção às vacinas (em alguns cursos a aula de vacinação não dura mais de meia hora), no entanto, a vacinação foi desde o séc. XVIII um instrumento de recurso medico imediato e controle de massas pelos governos. Desde o sarampo à tuberculose, consideradas "doenças das massas", as vacinas foram recurso imediato no combate a doenças de origem alegadamente misteriosa. Milhões de humanos alvos desta profilaxia acabara, por sofrer danos colaterais muitas vezes irreversíveis, como a paralisia ou implosão intelectual, ie, demência, isto na melhor das sortes.
Nos anos 60, nos EUA, um súbito e massivo comportamento violento entre jovens estudantes de Nova Iorque foi associado à vacinação obrigatória. Foram accionados os processos legais, indemnizações massivas, correcções e intervenções do governos. mas o ciclo perpetua-se por todo o mundo. Bill Gates, hoje considerado 'persona non-grata' na Índia e África do Sul, foi expulso por experimentação de vacinas com seres humanos e causar esterilização irreversível na população desses paises.

O 'big money' das farmacêuticas abusa nos paises dito 'terceiro-mundistas', como na ex-província portuguesa Guiné, onde usam a população como "modelos", cobaias, dos seus ensaios químicos. Apesar de intervenções de autoridades e governos mundiais, o ciclo de lucro e impunidade medica mantém-se, como se viu e se vê, na vacinação Covid. O cortejo de processos, hostilidade das farmacêuticas, sobrevivência do status medico e arrogância de governos mantém-se. O governo inglês, por exemplo, mantém a pressão publica e intenta acusar quem não se vacinar. O objectivo comum destes facínoras é servir a tectónica operação de implosão demográfica em vigor na Europa da não-eleita UE.

2. Inglaterra, 2025

No passado 2025, um grupo de activistas da UsForThem (UFT), denunciou o excesso de mortes em Inglaterra associado à vacinação Covid. O UFT requisitou, sob a lei de da liberdade de informação, à UKHSA (UK Health Security Agency) a mais alta autoridade de vigilância medica de Inglaterra, a publicação de dados referentes à vacinação e relação com a inédita subida da taxa de mortalidade.

A UKHSA publicou essa informação mas apenas à industria farmacêutica ocultando-a à opinião publica. Os argumentos da UKHSA são que a publicação desses dados para o domínio publico poderiam resultar em "perturbação da consciência publica e alteração dos padrões de stress individuais e familiares dos ingleses", para a UKHSA, a divulgação desses dados "podem ter um efeito adverso na decisão de vacinação". A UKHSA também alega que a divulgação desses dados "interfere com o direito de confidencialidade médica dos cidadãos ingleses".

Richard Tice, do Reform UK, alertou que "há um excesso de mortes" em Inglaterra "pelo que queremos um inquérito". Tice pretende saber se há uma correlação entre a vacinação e o excesso de mortes verificado em Inglaterra desde 2020 (ano do inicio da vacinação). Tice alega que a organização UKHSA, não-eleita, esconde deliberadamente dados que revelam porque há tanta a gente a morrer no reino de Sua Majestade. Ben Kinsley do UFT denuncia que "o UKHSA mostra um desespero total para que estes dados não vejam, de forma alguma, a luz do dia". Kinsley associa este caso ao dos casos do sangue infectado pelo HIV, uma situação que só foi revelada muitos anos depois de acontecido efectivamente - esta é mais uma dessas situações em que os governos esperam anos antes de conceder razão às suspeitas dos cidadãos. Como sempre, tarde demais. Para suavizar a celeuma, a UKHSA mostrou-se disposta a publicar os dados "se os tribunais removerem  o direito de confidencialidade", ie, o risco de identificação individual dos dados.

3. Japão, Suíça e EUA

Um estudo do governo japonês confirma que o excesso de mortes recentemente verificado no Japão está directamente associado à vacinação Covid. A mesma tendência dramática foi demonstrada em Singapura. Uma regularidade confirmada num estudo global, mencionado por Frank Bergman do Slay News, analisou dados dos paises mais vacinados do mundo (onde se inclui Portugal) onde se conclui que as súbitas altas taxas de mortalidade estão directamente associada à vacinação Covid. Um outro estudo usando 2.7 biliões de pessoas de todo o mundo, concluiu o mesmo: a alta taxa de mortalidade verificada em todo o mundo foi causada directamente pela vacinação e não por qualquer vírus dito "covid". Essa mesma regularidade é confirmada pelo ex-director da Pfeizer Michael Yedon, activista mundial de denuncia dos malefícios da vacinação C-19.
Também o governo e autoridades da saúde dos EUA publicaram um estudo comparativo entre população vacinada e não-vacinada, onde se mostra a alta taxa de enfermidade e risco entre a população vacinada. Neste estudo estatístico é demonstrado que a população vacinada é muito mais vulnerável a doenças como as cardíacas ou autismo, um risco de 900% para os vacinados (nos casos de ataque cardíaco) comparados com os absentistas à vacinação. As autoridades suíças, na mesma senda, tambem confirmam associação directa entre a vacinação e a súbita situação de excesso de mortes no pais dos cantões.

4. Holanda

Segundo o jornal holandês De Andere Krant, um tribunal holandês indiciou a comparência do CEO da Pfeizer Albert Bourla e Bill Gates, para declarações num processo, de 2023, por injurias em sete pessoas por vacinação-Covid. Para além dos mencionados, o tribunal também indiciou a comparência para declarações em tribunal do actual chefe da NATO, Mark Rutte, então primeiro ministro da Holanda,  entre outros vários funcionários de saúde do governo holandês e jornalistas.
O jornal afirma que esta ordem do tribunal será um excelente oportunidade para verificar a efectividade e segurança das vacinas mas, principalmente, verificar o quão estes acólitos da vacinação são responsáveis pela campanha sanitária em que estão envolvidos.
Este processo não é único, há outro processo (mais recente) na Holanda, também por injurias pela vacinação e também requer que Gates, Bourla e Rutte se apresentem em tribunal para testemunhar. Em 2024, o Tribunal de Leeuwarden, condenou Bill Gates e obrigou que pagasse as indemnizações requeridas por injurias da vacinação, anulando também a alegação de Gates na falta de jurisdição do tribunal.
O advogado holandês Peter Stassen, responsável pela defesa em ambos os processos, mencionou que para alem dos indiciados acima, haverão audições a especialistas, médicos e organizações, onde se incluem Catherine Austin-Fits, analista financeira, Sasha Latypova, investigação farmacêutica, Joseph Sansone, psicoterapeuta, Katherine Watt, investigadora e Mike Yeadon, ex-vice-presidente da Pfeizer..

Stassen tem publicado vídeos no YouTube onde sustenta provas e usa testemunhos que corroboram as suas teses. O advogado declarou que irá denunciar a tagarela vacinatória de Gates, Rutte e Bourla em três preposições: a) as vacinas são armas biológicas; b) as vacinas não têm benefícios para a saúde; c) as vacinas não são efectivas nem seguras.
Nos vídeos publicados no canal YouTube, Stassen alega que, por exemplo nos EUA, as vacinas foram colocadas sob alegada "emergência medica" contornando as regras de segurança da FDA (Food and Drug Administration). Stassen recorda ainda que nos efeitos adversos descrito no folheto das vacinas está mencionado "morte súbita, paragem cardíaca, cancro... as piores doenças", recorda o advogado. Esta operação de vacinação é componente fundamental do Great Reset, uma operação globalista para implosão demográfica do ocidente onde a NATO de Mark Rutte e a UE de Leyen lideram a façanha.
"Governos, centros de saúde e a media usaram deliberadamente informação deceptiva para injuriar o publico", o que constitui genocídio, ou mais especificamente democídio (morte pelo estado) da população, diz Stassen. Em hedionda operação, governos usaram situações de alegada e não-verificada emergência para ultrapassar os protocolos de segurança medica e farmacológica, o que revela uma intencional operação genocida dos agentes envolvidos. Desde a ONU ao mais simples enfermeiro, passando por partidos, ONG's e organizações profissionais todos estão envolvidos no 'Great Reset', o genocídio da população em todo o mundo, usando uma falsa epidemia como pretexto. "Fabricaram-se medos e cenários para condicionar o publico e justificar uma vacinação descontrolada", conclui Stassen. Pior, Governos, media e redes sociais  perseguiram e censuraram os críticos da vacinação e denunciadores da fraude covid.

5. Acusadores e acusados

Em audição para o tribunal, Catherine Austin Fits declarou que esta operação sanitária do alegado 'covid' não foi apenas demográfica, foi principalmente económica. Engenhou-se um novo teatro financeiro global, com a falência intencional de milhões de médias e pequenas empresas (muitas delas familiares) e a emergência de centenas de novos milionários. Esta capitalização só foi possível pelos confinamentos, que fechou um sector e manteve outro aberto (supermercados, telecomunicações e lojas online) onde se geraram então as fortunas - óbvia programação antecipada para essa transferência de capital. Na mesma audição Michael Yeadon, ex-Pfeizer, declarou que as vacinas foram criadas para reduzir a fertilidade mundial e implodir a população, "avisei isto desde 2020", disse Yeadon, constantemente censurado nas redes sociais, "isto está a acontecer à minha volta, há cinco anos".
Em declaração escrita ao tribunal, Bourla, CEO da Pfeizer mantém a alegação que as vacinas são seguras e efectivas e não se mostra responsável por qualquer injuria causada pela vacinação.
Estes processos jurídicos não estão a ser pacíficos: um anterior advogado de defesa destes processos, Arno van Kessel, foi detido pela policia sob alegada acusação de conspirar contra o estado holandês, Arno continua detido numa prisão de alta-segurança, sem qualquer prova de acusação constituída.

6. Pilotos de aviação

Segundo o Dr. Kevin Stillwagon, ex-piloto de aviação, reformado e perito em imunologia, há um crescente e assustador número de mortes entre os pilotos de aviação jovens. Forçados ou coagidos à vacinação pelas empresas que os contrataram, a taxa de mortalidade entre estes pilotos aumentou 40%,  não apenas mortalidade mas também incapacidade e absentismo ao trabalho.
Isto resulta no assustador numero de pequenos incidentes nos aeroportos. Por exemplo, no Aeroporto Nacional de Washington, EUA, até 2021, houve apenas um caso de choque de avião nos aeroportos, desde que começou a vacinação, em apenas quatro anos houve 28 casos de choque com aviões neste aeroporto.
"Os pilotos de aviação estão proibidos de tomar qualquer medicamento não certificado pela FAA (Federal Aviation Administration), a entidade federal que regula a prescrição e alimentação dos pilotos de aviação norte-americanos" diz Stillwagon. No entanto, a UAL, (United Air Lines), ordenou, coagiu e até pagou para que os pilotos se vacinassem violando a lei federal. "Os que violaram esta lei fundamental não apenas colocaram suas vidas e carreiras em risco, como colocaram as vidas dos passageiros dos aviões em risco" comenta o ex-piloto. È por isso que vemos pilotos com ataques de coração, súbitos esquecimentos, isto até nos controladores de tráfego aéreo, onde a necessária capacidade de reacção tornou-se mais lenta e os instintos estão mais adormecidos.

"As vacinas nunca foram nem efectivas nem seguras", afirma Stillwagon, a FAA nunca compilou dados acerca dos inúmeros e crescentes pequenos acidentes e falhas nos aeroportos, hangars e aviões desde o inicio da vacinação. Stillwagon suspeita que isso se deve às mesmas razões do governo inglês, evitar qualquer pânico publico e manter a ilusão acesa. "A FAA preocupa-se em fiscalizar a temperatura do óleo dos aviões ao ínfimo milímetro mas não se preocupa com a saúde dos pilotos", afirma Stillwagon num artigo publicado pela Life Style em Agosto de 2025. "O piloto é o elemento menos fiscalizado do cockpit, na aviação moderna tratamos o avião como nave e o piloto como caixa-negra". O mesmo enviesamento ocorre hoje com a ciência e a vacinação, meras ideologias que se tornaram religiões...de lucro,

7. UE e a Pfeizer

O caso da União Europeia é o suficiente para fazer arrepiar qualquer cidadão adulto. Leyen, a presidente nunca-eleita da União europeia, foi comprovadamente acusada de conluio com a Pfeizer, onde recebeu uns milhões para forçar a propaganda da vacinação na Europa principalmente do seu inquilino Pfeizer. Leyen foi apanhada em lençóis com a Pfeizer e até condenada no parlamento pelos eurodeputados a publicar os mails e SMS que trocou com a farmacêutica. Mas eis que subitamente, vindo do etéreo espaço dimensional, surge um tal tribunal europeu a revogar toda a historia. Hoje Leyen passeia-se impune e mantém o seu estatuto de presidente sem que o comum cidadão europeu conheça a qualidade infame dos seus "lideres" (não-eleitos) em Bruxelas. Isto não é nada de novo. Faz parte da operação da centralista UE para implosão demográfica da Europa onde, como se mencionou acima, está envolvido o chefe da NATO, Mark Rutte. Que mais se precisa de saber?

Conclusão

Há crescentes petições publicas de médicos, cientistas, técnicos de saúde, profissionais de todas as áreas e cidadãos comuns para proibir as vacinas. Mas não parece que tenham qualquer efeito, a media não as divulga, governos e instituições mantém a 'ormanitas', o silencio conveniente. O negocio da morte pela vacinação é uma operação intencional, hiper lucrativo, faz muito turismo rodar. Nem parece que os processos ganhos pelos cidadãos à Pfeizer e Moderna por injurias e morte pela vacinação alertem o publico porque a media nunca lhe contará, Essa mesma media que publica  paginas inteiras da lucrativa propaganda farmacêutica, está mais interessada em demonizar Putin ou Trump do que os governantes europeus que causaram morte, injurias, paralisias, autismo, cancro, paragens cardíacas, inabilitação, absentismo...

Há um filme que narra o fim da humanidade neste planeta. Nesse filme, "Children of Men", 2006,  o ser humano mais novo do mundo tem 16 anos e sofre de doença terminal, numa ansiosa saga transmitida em directo, 24 horas por dia, nas televisões de todo o mundo para uma população totalmente esterilizada pela vacinação.
"Quem tem ouvidos que ouça, quem tem olhos que veja,. alguém nos avisou a tempo.



deveza.ramos@gmail.com


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